Casal Aventura

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11 de julho de 2015

9 de Julio à Buenos Aires



Dia 20/dez

9 de Julio - Buenos Aires
300 kms




Saímos cedo em direção à Buenos Aires. O caminho seria mais curto que de costume e chegaríamos cedo ao nosso destino, incluído de última hora no roteiro. Jorge não tinha pensando em passar pela capital argentina, mas eu insisti tanto que ele acabou cedendo aos meus pedidos.







Chegamos a Buenos Aires no final da manhã. Na chegada já podemos ver um pouco da arquitetura local, com seus prédios avarandados, de grandes a pequenos.





Ao chegarmos à cidade, o caminho nos leva a uma grande avenida, a principal e mais conhecida: Av. 09 de Julio. Considerada a mais “ancha” do mundo, já foi local de manifestações e guarda grandes monumentos, como o Obelisco.



Começamos a buscar um hotel pelos arredores da avenida, queríamos ficar em um ponto central, para facilitar nossos passeios, já que a visita seria bem corrida. A cidade estava cheia e alguns hotéis não apresentam qualquer condição de habitação.


Encontramos o Gran Hotel Argentino, na própria 9 de Julio, uma localização excelente e um hotel que reúne tradição e modernidade por um preço justo. Seu único problema: não tem estacionamento para motos.





Da nossa janela podíamos avistar o Obelisco do lado direito e um monumento em homenagem à Eva Perón do lado esquerdo, na esquina Buenos Aires.

Descobrimos depois, no estacionamento em que deixamos a moto, que a maioria dos hotéis não aceita motos em seus estacionamentos próprios ou terceirizados, não querem se responsabilizar por elas, acreditamos que seja porque tiveram muitos problemas.



Depois de um bom banho, saímos para almoçar e para passear pela cidade. Escolhemos o Restaurante Goya, localizado na Av. de Mayo, 901, onde comemos um excelente prato argentino e um bom vinho patagônico.









O garçom que nos atendeu pediu para ficarmos atentos, pois as ruas logo seriam fechadas para uma manifestação que ocorre há 13 anos no dia 20 de dezembro, em homenagem aos mortos de uma Rebelión Popular ocorrida na cidade (http://www.vocesenelfenix.com/content/la-rebeli%C3%B3n-popular-del-1920-de-diciembre-de-2001-como-acontecimiento-instituyente-de-una-nu). Todo ano, nesta data, a população sai em marcha (http://argentina.indymedia.org/news/2014/12/870375.php). Ficamos felizes por estar presente em uma data tão marcante na cidade.

Depois de uma ótima refeição, saímos para caminhar pelo centro, que estava com suas ruas e avenidas vazias, sem o tráfego de veículos, já que estavam fechadas para receber as manifestações. O que foi ótimo para fotografar os belíssimos e imponentes prédios antigos da cidade.



Catedral de Buenos Aires

Caminhamos em direção à Casa Rosada, sede da presidência da Argentina (http://www.casarosada.gob.ar/). O entorno da Plaza de Mayo estava completamente fechado com grades e era possível ver o policiamento por toda parte, com seus escudos e armas de contenção. Afinal, este é o palco central de manifestações populares da Argentina.



Casa Rosada


















A Casa Rosada (https://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_Rosada) tem uma parte que é aberta ao público, podendo ser possível andar por seus aposentos, jardins, fotografar e desfrutar da beleza de sua arquitetura e de suas exposições fixas e móveis de arte.



Logo que entramos na sala dedicada aos grandes heróis sul-americanos, nos deparamos com uma pintura de Tiradentes.
















Seu jardim interno é lindíssimo e ao prestar a atenção aos detalhes, teremos acesso a belas obras de arte que fazem parte de sua estrutura.
Depois da visita, continuamos nossa caminhada pelas ruas da cidade, desfrutando das grandes ruas e avenidas sem a presença de veículos, e dos prédios imponentes e belos. Aproveitamos pra fotografar tudo, até a planta do metrô da cidade, que é de fazer inveja.







Andamos em direção ao hotel, mas sem antes nos encontrarmos com o famoso Obelisco (http://www.turismo.buenosaires.gob.ar/br/atractivo/obelisco), que pudemos fotografar totalmente vazio. Ao seu lado encontrava-se um acampamento de manifestantes que se preparavam para caminhar até a Casa Rosada.




Voltamos ao hotel para descansar um pouco, aproveitei para ver o preço do Buque Bus no site (https://www.buquebus.com), já que nossa programação era ir embora no dia seguinte a tarde, em direção à Colonia Del Sacramento, no Uruguai, para, de lá, começarmos o caminho de volta.

Relaxamos um pouco e logo saímos para conhecer a noite de Buenos Aires. Nos indicaram pegar um taxi para ir até o Buque Bus e de lá ir caminhando para Puerto Madero (http://www.puertomadero.com/index.php?idioma=3), onde iríamos aproveitar as atrações noturnas da cidade.




Fomos até a estação do Buque Bus, que é super bonita e moderna, mas o preço de travessia estava mais caro do que eu havia visto no site, decidimos comprar pela internet ao voltarmos para o hotel.


Saímos em direção à Puerto Madero, um bairro criado por volta dos anos 1990, no antigo porto de Buenos Aires, com o apoio da cidade de Barcelona, que já havia revitalizado seu porto, criando um belíssimo bairro de atrações turísticas e de bares para moradores e visitantes. Acho que talvez por isso eu tenha me encantado com o lugar.




Caminhamos por todos os seus mais de 2 km de extensão, que abriga bares, restaurantes, empresas, hotéis, cassinos, um campus da Universidade Católica, além de belíssimos monumentos, como a Puente de La Mujer, uma ponte móvel que permite a passagem do tráfego marítimo e que embeleza ainda mais o lugar repleto de guindastes gigantes do tempo do porto, que agora decoram esse espaço.

Puente de la Mujer


Escolhemos comer uma pizza em um bar em frente à Puente de la mujer, chamado Del Puente. Comida gostosa, ambiente super agradável e Quilmes gelada.


Voltamos para o hotel com um taxista que tem um filho morando no Brasil e que esteve por estas bandas algumas vezes. Foi super simpático e se ofereceu para nos levar ao bairro do tango. Uma pena que nosso dia começaria cedo e tínhamos uma longa viagem de volta pela frente. Prometemos voltar um dia para aproveitar mais esta cidade encantadora.

Chegamos ao hotel quase meia noite e fui direto para o site do Buque Bus, mas uma triste surpresa, o preço estava correto, era realmente caro. Na minha primeira visita ao site, não notei que tinha o preço da moto e o dos passageiros, aliás, dois, como se a moto pudesse andar sozinha. Decidimos retornar à estação e comprar por lá mesmo.


Assista ao vídeo com as imagens deste dia maravilhoso...



Gran Hotel Argentino – ótimo - $417 pesos (http://www.hotel-argentino.com.ar/?lang=pt-br/)

Para saber mais:

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