Casal Aventura

Casal Aventura

16 de julho de 2015

Parceria de sucesso

Sempre que uma aventura termina, fica aquele gostinho de quero mais!!!! 

Fazer estes relatos, rever as fotos, elaborar os vídeos, é a nossa forma de reviver a viagem, reviver a realização de mais um sonho, a nossa forma de aventurar-se novamente. Um jeito divertido de rever as paisagens, de ver o que não vimos, de relembrar os momentos e as emoções vivenciadas e de agradecer, sempre e muito, pela oportunidade que a vida nos concedeu de conhecer lugares e pessoas incríveis.

Esperamos que vocês tenham gostado de participar desta aventura, tanto quanto nós gostamos de compartilha-la.

Uma tradição de nossos relatos é apresentar um vídeo com as nossas fotos, juntos, como forma de celebrar essa parceria de sucesso.

Agora compartilhamos o vídeo com vocês.

São Mateus do Sul (SC) à São Paulo (SP)

Dia 24/dez
São Mateus do Sul (SC) - São Paulo
570 kms


Decidimos não acordar tão cedo, tomamos tranquilamente o ótimo café da manhã servido no hotel e as 8h estávamos na estrada, na certeza de que chegaríamos a tempo da ceia natalina.

No início da viagem foi possível filmar a floragem tão conhecida, e adorada por mim, dos manacás de serra, mas logo o clima mudou e a viagem não teve mais imagens, nem fotos nem vídeos, a chuva torrencial não nos permitiu usar os equipamentos, embora sejam à prova d´água (algo importantíssimo para viagens de moto), mas a chuva era tanta que mal enxergávamos através dos nossos próprios olhos... Enfim, bem-vindos a São Paulo.




Paramos por volta das 14h no Graal para almoçar. Depois do almoço, mais e mais chuva, que nos acompanhou até nossa chegada à casa dos pais de Jorge, por volta das 17h.










Que bom que tudo deu certo e que o Natal em família foi garantido.








Mas nossa aventura não terminou aqui, ainda fomos de moto para Santos, para finalizar o ano de 2014 com minha família (ou parte dela, faltaram alguns integrantes rsrsrsrsr).


E assim começamos 2015, agradecendo a realização de mais um grande sonho e por nossa aventura ter sido tão fantástica e bela.

Voltamos pra casa de avião e a moto veio alguns meses depois, de caminhão.

Mais uma vez, nosso muito obrigada pela sua companhia!!!!

Assista ao vídeo dos últimos dias desta aventura.

São Luiz Gonzaga (RS) à São Mateus do Sul (SC)


Dia 23/dez

São Luiz Gonzaga (RS) – São Mateus do Sul (SC)
700 kms




Acordamos bem cedo e aproveitamos o ótimo café da manhã. Hoje teríamos que andar bem para não nos atrasarmos. As 7h30m deixávamos São Luiz Gonzaga, uma cidade linda e aconchegante, que vale a pena ser visitada.

Na estrada, às vezes, tínhamos a sensação de ainda estar na Argentina, é que muitas placas ainda são escritas em espanhol para atender os turistas argentinos.

As estradas do sul do país são belíssimas, embora tenham os problemas dos quais já falei, seus arredores são muito bonitos, bem cuidados, limpos e as paisagens são encantadoras. As paragens, seja de postos de combustível, de pequenos bares ou de restaurantes, são sempre limpas e o atendimento é sempre muito prestativo.

Paramos para almoçar por volta das 12h30m em um restaurante, ainda no Rio Grande do Sul, de comida à vontade, cujos donos pareciam ser uma grande família que almoçava na hora em que chegamos e que logo se movimentou toda para nos atender, perguntar do que precisávamos, nos oferecer bebidas e sobremesas.  

Na frente do restaurante havia um viveiro de aves exóticas, lindas e com cores incríveis. Foi um almoço divertido. Aproveitamos para ligar para nossas famílias e avisar que já estávamos quase chegando em casa.


Passamos a divisa com Santa Catarina por volta das 14h. As serras catarinenses já são velhas conhecidas e se deparar com os manacás floridos nos fez perceber que estávamos cada vez mais perto do nosso destino final.

Procuramos no GPS algumas localidades próximas da beira da estrada, para não perdermos tanto tempo entrando e saindo da cidade. Em uma de nossas paradas, um frentista nos indicou São Mateus do Sul como uma boa parada na região. 

Ao chegarmos à entrada da cidade, outro frentista indicou o hotel São Mateus, localizado bem no centro e próximo à saída da cidade na direção em que seguiríamos.

O hotel é bem localizado, tem um ótimo preço e boas acomodações, além de ficar ao lado da Cantina Bambini, uma das melhores pizzas que já comemos.

Aproveitamos para brindar, com vinho Chileno, a última noite da nossa inesquecível aventura.


Desmaiamos ao deitar, pois hoje o dia foi bem puxado, afinal 700 km em fim de viagem é realmente exaustivo, mas valeu o sacrifício, chegaríamos a tempo de comemorar o Natal em família.

O vídeo deste dia você poderá assistir na próxima postagem.

Hotel São Mateus – muito bom – R$120,00 (http://hotelsaomateus.com.br/)
Gasto combustível – R$ 130,00

Para saber mais:


15 de julho de 2015

Chajari - AR à São Luiz Gonzaga (RS) - BR


Dia 22/dez

Chajari - AR – São Luiz Gonzaga (RS) - BR
500 kms






Acordamos não tão cedo, tomamos um café da manhã simples, mas muito gostoso e bem servido. Pegamos a estrada por volta das 8h30m, sem destino certo, novamente tentaríamos andar o máximo possível, mas não sabíamos quanto tempo demoraríamos na imigração já sabíamos que as estradas não seriam tão perfeitas, exigindo maior atenção e menor velocidade.

As paisagens continuavam lindas, repletas de planícies gigantes que abrigam a criação de gado, ponto forte da região e, segundo os especialistas, motivo pelo qual a carne argentina é considerada a melhor do mundo. Os bois não estressam seus músculos subindo e descendo morros, o que deixa sua carne mais macia.


Chegamos à fronteira, em Paso de Los Libres, por volta das 11h e as 11h30m já estávamos em solo brasileiro, ou melhor, 12h30m, já que perdemos uma hora por causa do horário de verão. A passagem pela imigração foi super-rápida, embora a fila estivesse grande e o local bastante movimentado.







Atravessamos o Rio Uruguay e chegamos ao Brasil. Passar a fronteira pela estrada é algo interessante, se estivéssemos de olhos vendados saberíamos que a tínhamos ultrapassado, a diferença das estradas é algo gritante, buracos, asfalto em desnível e muitas ondulações nos fazem ter certeza de que chegamos em casa. Triste realidade.


Alguns quilômetros depois da fronteira passamos pelo Rio Ibicuí, que no dialeto tupi-guarani significa terra de areia, devido ao seu fundo formado por areia. É o maior afluente do Rio Uruguai e uma grande ponte, a Ponte General Osório-Manoel Viana, liga Uruguaiana e Itaqui, pela qual só passa um veículo por vez!!!! A ponte tem uma história curiosa, seus 1317 metros de extensão são formados por duas partes bem diferentes: do lado de Itaqui, a ponte é de ferro e do lado de Uruguaiana tem seu maior trecho, feito em concreto. Foi construída pelos ingleses para abrigar uma rodoferrovia, entre 1887 e 1888 e paga totalmente pelo Brasil somente em 2012. Em 1966 a ponte passou a ser utilizada como rodoferroviária, mas isso durou poucos meses. Um momento diferente da aventura que mostramos no vídeo.


Jorge decidiu procurar uma oficina para trocar o óleo da motoca. Estávamos na cidadezinha de Itaqui e começamos a perguntar onde poderíamos encontrar uma oficina, vário(a)s motoqueiro(a)s que encontramos andando pelas ruas indicaram o Souza Motos e estavam certos. Excelentes serviços, ótimo atendimento, um lugar lindo e organizado, e preços justos. Indicamos a todos que precisem de serviços por estas bandas (https://www.facebook.com/SouzaBramoto). Jorge pirou no quadro de ferramentas das bancadas.

Chegamos à oficina umas 14h30m e, enquanto a motoca recebia um tratamento vip, com direito até a um banho, aproveitamos para comer algo em uma lanchonete do posto de gasolina que ficava bem próximo. Mais de bom atendimento. Acho que é algo comum por estes lados.




Pegamos a estrada novamente umas 16h30m e vimos no GPS que talvez fosse legal pernoitar em São Luiz Gonzaga. Tentaríamos chegar até lá!


Após cerca de 100km,  estávamos na Rota das Missões (http://www.rotamissoes.com.br/_portugues/Historia.php), mas infelizmente não tínhamos tempo para conhecer melhor este lugar tão bonito e histórico. Teremos que voltar para estas bandas também, embora São Luiz Gonzaga, cidade na qual chegamos por volta das 19h, faça parte deste caminho repleto de história da nossa gente.


Na entrada da cidade nos indicaram o Hotel Cometa, por sua excelente localização. Realmente tinham razão, o hotel ficava na praça principal da cidade (que não é grande) e próximo a restaurantes, pizzarias, lanchonetes, hotéis e à igreja Matriz.






Escolhemos um restaurante na praça para jantar, em frente a Igreja que é lindíssima, mas que não conseguimos conhecer por dentro, pois estava fechada. Restaurante que recomendamos, comida boa e farta e excelente preço.










Só não sabíamos que ainda iríamos nos divertir muito, passeando pela praça toda enfeitada para o Natal, pudemos assistir a um belíssimo show natalino de músicos locais com seus trajes típicos e cantigas da música rio-grandense. Realmente muita diversão e outro daqueles momentos únicos.






Fomos deitar porque precisávamos seguir viagem, mas a vontade era de passar a noite ouvindo aquelas belas músicas em belas vozes.





Você pode aproveitar um pouquinho da viagem e da nossa diversão em nosso vídeo.


Cometa Plaza Hotel – muito bom – R$100,00 (desconto especial, preço normal 130) (http://www.cometaplazahotel.com.br/index.html)
Gasto combustível – R$130,00

Para conhecer mais:

14 de julho de 2015

Buenos Aires à Chajari


Dia 21/dez

Buenos Aires – Chajari
496 kms

Combinamos com o Hotel de deixarmos nossas coisas arrumadas na recepção, iríamos até o Buque Bus, compraríamos nossa travessia para um horário da tarde e sairíamos para conhecer um pouco mais da cidade. Ao chegarmos novamente na estação, mas uma triste surpresa, o preço estava ainda mais alto, pela compra ser no mesmo dia da viagem e eles não aceitavam pesos, somente dólares, e tínhamos trocado todos os nossos dólares em pesos para ficar mais fácil a utilização.



Enfim, desistimos de atravessar o Mar Del Plata, pois realmente estava absurdamente caro (gastaríamos quase 4000 pesos) e não compensava atravessarmos para o Uruguai. Teríamos mesmo que pegar a estrada. Achei que veríamos Colonia Del Sacramento novamente, já que pensamos um pernoitar por lá e teríamos que sair o mais rápido possível, pois seria mais demorado, e não conseguiríamos conhecer os pontos turísticos escolhidos por mim para aquele dia: La Bombonera e a livraria El Ateneo. Uma pena, mas mais ótimos motivos pra retornar em breve a esta cidade belíssima e aconchegante.




Fica a dica: Caso decida fazer a travessia de Buque Bus, compre com muita antecedência para valer a pena o preço pago.

Voltamos ao hotel, pegamos nossas coisas e colocamos a roda na estrada. Andaríamos o quanto fosse possível para tentar adiantar ao máximo a viagem, caso contrário, não conseguiríamos chegar para o Natal em família.

No início da viagem, as grandes torres de transmissão continuaram a nos acompanhar!!!!








O visual das estradas foi mudando e os grandes campos de criação de gado começaram a fazer parte da paisagem.




Chegamos a uma cidadezinha chamada Chajari, com o dia quase acabando. Depois de andarmos por ruas de terra bem desertas, encontramos ruas e avenidas repletas de gente andando para todos os lados, encontramos o que poderíamos chamar de centro da cidade. Nos indicaram um hotel próximo à avenida principal. Depois soubemos que se tratava de uma festa, em que as pessoas fazem pic-nic nas ruas.






Ficamos na Hosteria Prince, um lugar bem familiar, cujo casal de donos nos recebeu com muito acolhimento e presteza, chegando a colocar a TV em um canal brasileiro para nos agradar. Nossa, foi engraçado ouvir nossa língua depois de tanto tempo. Jantamos em um restaurante em frente ao hotel, com uma comida deliciosa, preço excelente e direito a vinho, pois, embora simples, também tinha uma variedade considerável de vinhos.

Após um delicioso jantar, nada como uma boa noite de sono!!! No dia seguinte sempre tem mais...e será o dia de chegar a nossa terra natal.

Assista ao vídeo deste dia da viagem na próxima postagem.

Hosteria Prince – muito bom – $300 pesos (http://www.hosteriaprince.com.ar/)
Gasto combustível: $320 pesos

Para conhecer mais:
https://es.wikipedia.org/wiki/Chajar%C3%AD

11 de julho de 2015

9 de Julio à Buenos Aires



Dia 20/dez

9 de Julio - Buenos Aires
300 kms




Saímos cedo em direção à Buenos Aires. O caminho seria mais curto que de costume e chegaríamos cedo ao nosso destino, incluído de última hora no roteiro. Jorge não tinha pensando em passar pela capital argentina, mas eu insisti tanto que ele acabou cedendo aos meus pedidos.







Chegamos a Buenos Aires no final da manhã. Na chegada já podemos ver um pouco da arquitetura local, com seus prédios avarandados, de grandes a pequenos.





Ao chegarmos à cidade, o caminho nos leva a uma grande avenida, a principal e mais conhecida: Av. 09 de Julio. Considerada a mais “ancha” do mundo, já foi local de manifestações e guarda grandes monumentos, como o Obelisco.



Começamos a buscar um hotel pelos arredores da avenida, queríamos ficar em um ponto central, para facilitar nossos passeios, já que a visita seria bem corrida. A cidade estava cheia e alguns hotéis não apresentam qualquer condição de habitação.


Encontramos o Gran Hotel Argentino, na própria 9 de Julio, uma localização excelente e um hotel que reúne tradição e modernidade por um preço justo. Seu único problema: não tem estacionamento para motos.





Da nossa janela podíamos avistar o Obelisco do lado direito e um monumento em homenagem à Eva Perón do lado esquerdo, na esquina Buenos Aires.

Descobrimos depois, no estacionamento em que deixamos a moto, que a maioria dos hotéis não aceita motos em seus estacionamentos próprios ou terceirizados, não querem se responsabilizar por elas, acreditamos que seja porque tiveram muitos problemas.



Depois de um bom banho, saímos para almoçar e para passear pela cidade. Escolhemos o Restaurante Goya, localizado na Av. de Mayo, 901, onde comemos um excelente prato argentino e um bom vinho patagônico.









O garçom que nos atendeu pediu para ficarmos atentos, pois as ruas logo seriam fechadas para uma manifestação que ocorre há 13 anos no dia 20 de dezembro, em homenagem aos mortos de uma Rebelión Popular ocorrida na cidade (http://www.vocesenelfenix.com/content/la-rebeli%C3%B3n-popular-del-1920-de-diciembre-de-2001-como-acontecimiento-instituyente-de-una-nu). Todo ano, nesta data, a população sai em marcha (http://argentina.indymedia.org/news/2014/12/870375.php). Ficamos felizes por estar presente em uma data tão marcante na cidade.

Depois de uma ótima refeição, saímos para caminhar pelo centro, que estava com suas ruas e avenidas vazias, sem o tráfego de veículos, já que estavam fechadas para receber as manifestações. O que foi ótimo para fotografar os belíssimos e imponentes prédios antigos da cidade.



Catedral de Buenos Aires

Caminhamos em direção à Casa Rosada, sede da presidência da Argentina (http://www.casarosada.gob.ar/). O entorno da Plaza de Mayo estava completamente fechado com grades e era possível ver o policiamento por toda parte, com seus escudos e armas de contenção. Afinal, este é o palco central de manifestações populares da Argentina.



Casa Rosada


















A Casa Rosada (https://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_Rosada) tem uma parte que é aberta ao público, podendo ser possível andar por seus aposentos, jardins, fotografar e desfrutar da beleza de sua arquitetura e de suas exposições fixas e móveis de arte.



Logo que entramos na sala dedicada aos grandes heróis sul-americanos, nos deparamos com uma pintura de Tiradentes.
















Seu jardim interno é lindíssimo e ao prestar a atenção aos detalhes, teremos acesso a belas obras de arte que fazem parte de sua estrutura.
Depois da visita, continuamos nossa caminhada pelas ruas da cidade, desfrutando das grandes ruas e avenidas sem a presença de veículos, e dos prédios imponentes e belos. Aproveitamos pra fotografar tudo, até a planta do metrô da cidade, que é de fazer inveja.







Andamos em direção ao hotel, mas sem antes nos encontrarmos com o famoso Obelisco (http://www.turismo.buenosaires.gob.ar/br/atractivo/obelisco), que pudemos fotografar totalmente vazio. Ao seu lado encontrava-se um acampamento de manifestantes que se preparavam para caminhar até a Casa Rosada.




Voltamos ao hotel para descansar um pouco, aproveitei para ver o preço do Buque Bus no site (https://www.buquebus.com), já que nossa programação era ir embora no dia seguinte a tarde, em direção à Colonia Del Sacramento, no Uruguai, para, de lá, começarmos o caminho de volta.

Relaxamos um pouco e logo saímos para conhecer a noite de Buenos Aires. Nos indicaram pegar um taxi para ir até o Buque Bus e de lá ir caminhando para Puerto Madero (http://www.puertomadero.com/index.php?idioma=3), onde iríamos aproveitar as atrações noturnas da cidade.




Fomos até a estação do Buque Bus, que é super bonita e moderna, mas o preço de travessia estava mais caro do que eu havia visto no site, decidimos comprar pela internet ao voltarmos para o hotel.


Saímos em direção à Puerto Madero, um bairro criado por volta dos anos 1990, no antigo porto de Buenos Aires, com o apoio da cidade de Barcelona, que já havia revitalizado seu porto, criando um belíssimo bairro de atrações turísticas e de bares para moradores e visitantes. Acho que talvez por isso eu tenha me encantado com o lugar.




Caminhamos por todos os seus mais de 2 km de extensão, que abriga bares, restaurantes, empresas, hotéis, cassinos, um campus da Universidade Católica, além de belíssimos monumentos, como a Puente de La Mujer, uma ponte móvel que permite a passagem do tráfego marítimo e que embeleza ainda mais o lugar repleto de guindastes gigantes do tempo do porto, que agora decoram esse espaço.

Puente de la Mujer


Escolhemos comer uma pizza em um bar em frente à Puente de la mujer, chamado Del Puente. Comida gostosa, ambiente super agradável e Quilmes gelada.


Voltamos para o hotel com um taxista que tem um filho morando no Brasil e que esteve por estas bandas algumas vezes. Foi super simpático e se ofereceu para nos levar ao bairro do tango. Uma pena que nosso dia começaria cedo e tínhamos uma longa viagem de volta pela frente. Prometemos voltar um dia para aproveitar mais esta cidade encantadora.

Chegamos ao hotel quase meia noite e fui direto para o site do Buque Bus, mas uma triste surpresa, o preço estava correto, era realmente caro. Na minha primeira visita ao site, não notei que tinha o preço da moto e o dos passageiros, aliás, dois, como se a moto pudesse andar sozinha. Decidimos retornar à estação e comprar por lá mesmo.


Assista ao vídeo com as imagens deste dia maravilhoso...



Gran Hotel Argentino – ótimo - $417 pesos (http://www.hotel-argentino.com.ar/?lang=pt-br/)

Para saber mais: