Casal Aventura

Casal Aventura

29 de janeiro de 2011

Ultrapassando a fronteira... rumo a Corrientes - Argentina

5º. Dia – 05.12.2010
Foz do Iguaçu – Corrientes – AR


Enquanto Sandro e Paty acordaram às 5h para retornar a São Paulo, Jorge e Andréa aproveitaram para dormir mais um pouco, pois iam seguir em direção a Argentina.

Ainda bem que não voltaram com o casal, já imaginaram se comprometer com uma foto como esta ao lado. Paty, que foto mais sugestiva...





Jorge e Andréa saíram do Hotel em Foz às 08:30h, depois de passar graxa na corrente, aliás, trabalho que Andréa realizou durante toda a viagem, enquanto Jorge andava com a moto, ela ia passando a graxa com uma escova de dentes... se saiu muito bem, vocês vão ver!!! Infelizmente os viajantes não tiraram nenhuma foto do Hotel, por isso usarei uma imagem disponível na internet.


Com cerca de 2 km chegaram na Aduana Brasileira, onde foram atendidos por uma simpática garota que propôs carimbar os passaportes, já que era a primeira saída internacional do casal. Estavam debaixo de uma tempestade, uma chuva que prejudicava a visibilidade e a segurança, decidiram aguardar até que a chuva diminuísse, a atendente, muito gentil, sugeriu que ficassem sob a proteção de uma das cabines desativadas, o clima melhorou somente por volta das 10h, horário em que saíram da Aduana Brasileira em direção à Ponte que separa o Brasil da Argentina. Impossível tirar foto da ponte, da placa de divisa, davam graças de enxergar o carro da frente.
  

Começaram a viagem pela Ruta 12, estranharam: pela primeira vez, viam placas e avisos em uma língua diferente da sua.

A chuva foi diminuindo. Pararam em El Dorado para abastecer e qual não foi a surpresa quando os dois cartões de Jorge foram recusados, tanto o de débito quanto o de crédito. Era a primeira vez que usavam o cartão fora do Brasil, tiveram certa preocupação, já que do uso destes cartões dependia o restante da viagem. Procuraram por um banco 24 horas, e após rodar um pouco na cidadezinha, encontraram um caixa eletrônico e conseguiram sacar dinheiro... Ufa, que susto!! Mas podiam continuar a viagem.

As fotos foram poucas neste início de viagem, Andréa ainda se ajustava à vida de co-piloto, fotógrafa, navegadora, e tudo em cima de duas rodas!

As estradas estavam excelentes, e sem pedágio para motos: todos liberados!

Estavam felizes por passar pelas cidadezinhas que, até então, só conheciam de nome, pelos mapas.

Pararam para comer um lanche pronto na estrada e Andréa pode usar um pouco seu espanhol enferrujado pela falta de prática.

Primeira situação engraçada com as palavras: "Jorge perguntou aos frentistas onde ficava o banheiro... no que os rapazes questionaram "baño"??? Jorge respondeu, não, não, não quero tomar banho, somente ir ao banheiro... Eu, aqui do meu lado, só ouvindo a conversa...aí resolvi intervir... é isso, amor, "baño" mesmo, significa banheiro!!! foi o primeiro momento engraçado envolvendo a comunição".

Chegaram a Corrientes por volta das 18:30h. Encontraram o Hotel Confianza, indicação excelente de um viajante, como não havia estacionamento coberto, o recepcionista, um senhor muito gentil, sugeriu que Jorge colocasse a moto em uma salão que estava em reforma. Detalhe: o salão, bem como toda a recepção, tinha piso em porcelanato... chegou a dar um aperto no coração de Andréa ao ver a moto, imunda, passando pela recepção do
hotel linda e limpíssima.

Ao entrar no quarto, a primeira atitude de Andréa foi ligar a TV, estava curiosa para ouvir a língua local e ver a programação de um país diferente. Mas para sua surpresa, adivinhem o que estava passando????? Isso mesmo, NOVELA brasileira, passava a novela Caminho da Índias, mas falada em espanhol. Adivinhem de quem lembraram na hora??? Do pai da Andréa, Fred e do Mendes, noveleiros assíduos. Foi interessante ouvir os atores falando uma língua diferente, no mínimo curioso!

Plaza Juan de Vera

   
Após um belo banho e virar as roupas do avesso (vocês não imaginam o cheiro que elas emitem... e a viagem estava apenas começando..., bem que os viajeros já tinham avisado sobre isso!), aproveitaram que ainda estava cedo e anoitece bem mais tarde, e foram dar uma volta na praça da cidade.



 
Brasão

 A Cidade de Corrientes foi fundada no dia 3 de abril de 1588 por Don Juan de de Torres Vera y Aragón um homem espanhol, e ficava situada no lugar conhecido como Punta Arazatí que em idioma de Guaraní significa florestas de Guayabos. No princípio foi chamada de “San Juan a Vera de las Siete Corrientes", "San Juan" devido ao padroeiro, a "Vera" por causa de seu último nome, e “las Siete Corrientes" porque foi fundado no lugar onde sete pontos de pedra são moldados através de fluxos de água diferentes. Com o tempo passou a ser chamada de "Corrientes", tornando-se a cidade da capital da província.

Com uma boa infra-estrutura turística, mantém um estilo urbano e arquitetônico que é sem igual no país, possui Museus e Igrejas que apresentam muito da história, da religião e relíquias culturais. Ainda é equipada com hotéis confortáveis e modernos, muitas lojas de doces locais, restaurantes, discotecas e um cassino, além de inúmeras outras atrações.

Esta província é uma delicia para os sentidos: um clima quente e acolhedor, as laranjeiras em seus entardeceres, o aroma do chipá recém-assado e o peixe grelhado, a amistosa melodia do chamamé e águas onipresentes.



Plaza 25 de Mayo
Corrientes está situada na região mesopotâmica do país, tem uma superfície de 88.199 km2 e faz divisa ao norte com a República do Paraguai e ao oeste com as províncias do Chaco e Santa Fe; a demarcação em ambos pontos cardinais é marcada pelo rio Paraná. Em direção ao sul, separando-a da província de Entre Ríos, estão os arroios Guayquiraró e Mocoretá; ao leste, depois de atravessar o rio Uruguai estão a República Oriental do Uruguai e a República Federativa do Brasil. Ao nordeste, e separada pelos arroios Itaembé e Chirimía, situa-se a província de Missiones. Conta com aproximadamente com um milhão de habitantes. As cidades mais povoadas são a cidade capital Corrientes, Goya e Paso de los Libres.


Cultura

Iglesia Nuestra Señora de Rosario

Esta província condensa diferentes tradições indígenas, principalmente, a dos guaranis. Estas influências redundam em seus costumes, gastronomia, música e artesanato. É por isso que o chipá, pão de queijo feito com farinha de mandioca e oriundo do Paraguai, pode ser degustado, praticamente, em todos seus recantos. E também pode ser escutado o chamamé, um gênero folclórico próprio da Mesopotâmia, caracterizado por suas melodias alegres e o uso predominante da sanfona.

Economia e produção
Junto com a pecuária, nas últimas décadas acrescentaram-se atividades não tradicionais como a florestação e a horticultura intensiva ou sob invernadeiro, especialmente nos departamentos de Goya e Lavalle, e focalizados, principalmente, na produção do algodão, tabaco, erva-mate e arroz, estes dois últimos pilares da economia correntina.

Uma das áreas da economia que mais cresceu é o turismo, especialmente, o focalizado na natureza, aproveitando os recursos oferecidos por seus cursos de água como o rio Paraná, o Uruguai, o Corriente, o Santa Lucía e os esteiros do Iberá. Entre as atividades que podem ser realizadas, está a pesca, caiaque, náutica, avistagem de fauna, aves e senderismo.

Também está a hidrelétrica de Yacyretá, um empreendimento argentino-paraguaio que está situado nos denominados Saltos de Apipe no rio Paraná, na divisa com o país vizinho. Foi escolhido este ponto estratégico para aproveitar os saltos do rio e a fatibilidade de conter as águas através de um represamento situado sobre três grandes ilhas, a paraguaia Yacyretá e as argentinas Talavera e Apipé. A central hidrelétrica gera, aproximadamente, 40% da energia que a Argentina consome.



Religião

Iglesia Catedral de Corrientes

As manifestações religiosas são um traço distintivo da população correntina que se revela não somente através de peregrinações, senão também na importante arquitetura eclesiástica presente nas cidades de Corrientes e Goya. Porém, os dois personagens religiosos de culto por excelência são a Virgem de Itatí, mãe, padroeira e protetora dos correntinos, cuja festa celebra-se a cada 16 de julho, e o Gauchito Gil, um santo pagão que é venerado no dia 8 de janeiro, aniversário de sua morte, quando congrega milhares de fiéis de todo o país. É talvez a figura religiosa de origem popular que mais adeptos na Argentina têm. Sua popularidade é produto de uma lenda que atribui milagres a Antonio Gil Núñez, morto em 1847.

Para conhecer mais:


Após conhecer um pouco do centro da cidade, Jorge e Andréa foram jantar na Pizzaria Los Pinos, um lugar aconchegante, agradável e com uma pizza excelente.
Ao chegarem na Pizzaria, por volta de 20:30h. perceberam que estavam sós... estranharam, mas decidiram entrar e fazer seu pedido.
Com o passar do tempo, as pessoas foram chegando, chegando e quando saíram, por volta das 22h, o local estava movimentado! Já estavam diante de uma diferença cultural que veriam em todos os outros lugares: Argentinos jantam tarde!!!

Plaza Juan de Vera

Infelizmente não tiveram tempo de ver outras maravilhas de Corrientes, mas mesmo sem conhecê-las, Jorge e Andréa gostaram desta cidade linda, organizada, limpa, segura, com um povo simpático e super receptivo, com clima agradável.

Depoimento de Jorge e Andréa:
“Ficamos ENCANTADOS   com esta cidade, adoraríamos ficar mais tempo!”


Total de Km Rodados: 640
Abastecimento: 49 litros
Hospedagem: Hotel Confianza (Calle Mendoza, 1129, Tel. (03783) 42-6556
Valor da diária: $ 185,00 Pesos
5 Estrelas: Muito bonito, limpo, excelente café da manhã (simples, mas num lugar aconchegante e com a melhor “media luna” de toda viagem e um pessoal simpático, excelente localização, melhor hotel da viagem.
Gasto total (com alimentação): R$ 213,00

28 de janeiro de 2011

Desvendando Foz do Iguaçu


 Viajar é muito mais que simplesmente ir em algum lugar, é mais que conhecer, mais que estar lá, é aventurar-se por caminhos desconhecidos e, muitas vezes, misteriosos. 
Vale a pena conhecer um pouco sobre a História do lugar a ser visitado, suas origens, suas atrações, suas lendas e mitos, seu povo.

Entretanto acredito que a cultura só nos é possível ter acesso de verdade quando nos misturamos a ela, quantos a vivenciamos. Nos próximas postagens, buscarei contar, de forma breve, um pouco sobre os lugares por onde Jorge e Andréa foram se aventurar, usando as imagens feitas pelo casal nesta grande aventura.
 

4º. Dia – 04.12.2010
Desvendando Foz do Iguaçu


Foz do Iguaçu é um município brasileiro localizado no extremo oeste do estado do Paraná e faz fronteira com a Argentina e o Paraguai. Foi criado em 1914 e sua população estimada em 2009 é de 325.137 habitantes, que ocupam uma área urbana com mais de 700 mil habitantes. A cidade é conhecida pelas Cataratas do Iguaçu (uma das finalistas do concurso que escolheu as 7 Maravilhas da Natureza) e a Usina Hidrelétrica de Itaipu, a maior usina hidrelétrica do mundo, que em 1996 foi considerada uma das 7 Maravilhas do Mundo Moderno pela Sociedade Americana de Engenheiros Civis

Pesquisas arqueológicas realizadas pela Universidade Federal do Paraná no espaço brasileiro do reservatório de Itaipu, antes de sua formação, situaram em 6.000 a.C. os vestígios da mais remota presença humana na região.

Em 1881, Foz do Iguaçu recebeu seus dois primeiros habitantes, o brasileiro Pedro Martins da Silva e o espanhol Manuel González. Pouco depois chegaram os irmãos Goy

cochéa, que começaram a explorar a erva-mate. Oito anos após, foi fundada a colônia Militar na fronteira - marco do início da ocupação efetiva do lugar por brasileiros e do que viria a ser o município de Foz do Iguaçu.


As principais fontes de renda de Foz do Iguaçu são o turismo e a geração de energia elétrica. Foz do Iguaçu é a 3º economia do estado com PIB de 5.467.714.000. É conhecida internacionalmente por suas atrações, que trazem visitantes do Brasil e do mundo.
Conforme combinado, passaram o dia em Foz do Iguaçu, já acordaram animados com os passeios programados para o dia.
  
Primeiro foram comprar umas "muambinhas" no Paraguai - Cidade Del Leste  em homenagem a consumidora de plantão...... Paty!!!!!!
A Andréa mostrou toda sua mudança de filosofia de vida: NÃO COMPROU NADA!!!!!!
Quer dizer, apenas umas coisinhas bem pequenas, mas para uso coletivo da família Padovani, tudo muito útil, nada de supérfluo.


Um passeio cheio de aventura,  além da multidão de gente passando a pé e de carro, e de moto, e de van, e de buzu, na Ponta da Amizade, uma loucura organizada; na volta teve direito ao Jorge sem chinelo (o dele quebrou a tira, e olha que era Havaiana que não deforma nem solta as tiras, mas não soltou, quebrou de gasta mesmo).




Enquanto isto, uma chuva torrencial se formou em um céu que estava mais do que cinza, era quase preto. Enfim, na volta, atravessaram a ponte, sobre o rio Paraná (que divide as fronteiras entre Brasil, Paraguai e Argentina) em meio a um vento que quase levou ponte abaix
o, e a Paty e a Andréa (em virtude do tamanho) e que foi motivo de risos e certo medo!

Depois souberam que o vento tinha sido tão forte que derrubou uma torre na Represa de Itaipu... E aposto que vocês pensaram que fosse exagero, não é mesmo?!?

Após o almoço (feijoada à vontade) em um Restaurante em frente ao hotel, chamado Bier Barten, aberto desde 1981, com excelente atendimento e ótima comida, foram realizar o passeio ao Parque Nacional do Iguaçu e visitar as Cataratas.

Para darem início ao passeio turístico não poderiam ir de outra forma: Ônibus coletivo; afinal a guia turística, vale lembrar, era a Andréa e os amigos sabem o quanto ela gosta de andar de ônibus.
Mas pelos sorrisos podem perceber que TODOS se divertiram a beça.

O Sandro, com este “modelito” não está lembrando um Office-Boy???
 





A galera tomou conta do “buzu”.... sem a menor cerimônia, fizeram uma farra!
As capas de chuva são para se proteger... da chuva, é claro, afinal o dia amanheceu nublado e ameaçava chover sem parar.








E a Andréa, claro estava super feliz com a “brincadeira”... e até o Jorge se divertiu.





A mais famosa atração turística em Foz do Iguaçu é o conjunto de quedas denominadas Cataratas do Iguaçu, no Parque Nacional do Iguaçu (Patrimônio Mundial Natural da Humanidade tombado pela UNESCO), a Hidrelétrica Binacional de Itaipu (maior hidrelétrica do mundo em produção anual de energia), o Marco das Três Fronteiras, a foz do Rio Iguaçu no Rio Paraná (área onde as fronteiras da Argentina, Brasil e Paraguai se encontram), a Ponte Internacional da Amizade (divisa entre Brasil e Paraguai) e Ponte da Fraternidade (divisa entre Brasil e Argentina).
Também tem o Parque das Aves (com aproximadamente 900 aves de 150 espécies), mas este fará parte de um outro capítulo desta história, pois iremos falar dele na viagem de volta.


 O Parque Nacional de Iguaçu foi criado pelo decreto federal no. 1035 de 10 de janeiro de 1939, sua superfície total abrange do lado brasileiro uma área de 185.262,5 hectares, com um perímetro de aproximadamente 420km, dos quais 300 km são limites naturais representados por cursos d'água, sendo que lados brasileiro e argentino têm, juntos, aproximadamente 225 mil hectares. Em 17 de novembro de 1986, durante a conferência geral da UNESCO realizada em Paris, o Parque Nacional do Iguaçu foi tombado como Patrimônio Mundial Natural da Humanidade, constituindo-se numa das maiores reservas florestais da América do Sul.

O Parque Nacional do Iguaçu tem este nome por incluir em sua área importante parte do rio Iguaçu, aproximadamente 50km do curso do rio, e as mundialmente conhecidas Cataratas do Iguaçu. Ele é o maior e mais importante parque da Bacia do Prata e foi o primeiro parque no Brasil a receber um Plano de Manejo, por abrigar um importante patrimônio genético de espécies animais e vegetais, algumas ameaçadas de extinção, como este aí da foto: quati.
  

Para entrar na Reserva se utiliza um ônibus, movido a combustível natural.


Sandro e Jorge quiseram a foto do primeiro passo rumo ao desconhecido mundo das Cataratas.



A palavra Iguaçu significa "água grande", na etimologia tupi-guarani. Os grandes saltos são 19, três deles do lado brasileiro (Floriano, Deodoro e Benjamin Constant) e os demais no lado argentino. A disposição dos saltos - a maior parte deles no lado argentino e voltados para o Brasil - proporciona a melhor vista para quem observa o cenário a partir lado brasileiro.

As Cataratas são formadas pelas quedas do rio Iguaçu. O rio Iguaçu mede 1200 m de largura acima das cataratas. Abaixo, estreita-se num canal de até 65m. A largura total das Cataratas no território brasileiro é de aproximadamente 800m e no lado argentino de 1900m. Dependendo da vazão do rio, o número de saltos varia de 150 a 300 e a altura das quedas varia de 40 a 82 metros resultando numa largura de 2.700 metros, com formato semicircular. A vazão de água média do rio em torno de 1.500 m3 por segundo, variando de 500 m3/s nas ocasiões de seca e de 6.500 m3/s nas cheias. Dezoito quilômetros antes de juntar-se ao rio Paraná, o Iguaçu vence um desnível do terreno e se precipita em quedas de 65 m de altura em média, numa largura de 2780 m. Sua formação geológica data de aproximadamente 150 milhões de anos.

Todo este aguaceiro faz com que seus visitantes saiam totalmente encharcados, principalmente quando atingem o final desta plataforma ao lado... estão vendo que ela chega bem pertinho das quedas... a sensação é de como somos pequenos diante da Mãe Natureza.

Nesta hora, as roupas de chuva foram muito úteis. E Jorge e Andréa não tiveram dúvida: vestiram suas capas de chuvas apropriadas para viagens de moto e encararam as águas do Iguaçu. Eles não se descuidaram e se preparam para enfrentar a MONTANHA DE ÁGUAS.














Acredito que será difícil para os casais descreverem tamanha emoção, tamanha comoção diante da maravilha que são as Cataratas do Iguaçu. Somente vendo (e ouvindo) pessoalmente é que se pode ter a dimensão da grandeza deste espetáculo.

Depois da visita, o retorno é por um elevador panorâmico... mas nada é mais emocionante do que se sentir “no meio” das quedas.


Bem, sem dúvida foi a maior emoção e as imagens mais marcantes até aqui.











Fonte para saber e conhecer mais:
http://www.cataratasdoiguacu.com.br/

Desvendando em movimento....




Total de Km Rodados: 0
Abastecimento:
Hospedagem: Hotel Três Fronteiras (www.hotel3fronteiras.com.br) - Valor da diária: R$ 130,00
3 Estrelas: Simples mas limpo, bom café da manhã e um pessoal simpático, internet paga, excelente localização, com restaurantes próximos e condução fácil.
Gasto total (com alimentação): R$ 266,00 *

Nesta valor não estão inclusos os passeios:
Taxi a Ciudad Del Leste: R$ 25,00 por pessoa
(não aceite o taxi do Hotel, cobram caro, vale ir de ônibus ou taxi comum – Leia relato da parada na volta)
Parque Nacional do Iguaçu: R$ 22,00 por pessoa

25 de janeiro de 2011

Em direção a Foz do Iguaçu

                    3º. Dia – 03.12.2010
São Paulo – Foz do Iguaçu




Começa o dia 03.12 em São Paulo, Jorge e Andréa iniciam a aventura rumo ao Deserto do Atacama. Saem da casa dos pais de Jorge às 5:20h.

Começa a viagem rumo ao Chile, este seria o trecho mais longo da viagem em um dia, para conseguir realizá-lo Jorge e Andréa contaram com a maravilhosa companhia dos amigos Sandro Hofer e Paty.


O dia não tinha nem amanhecido e o Sandro já reclamava, afinal o casal Padovani estava atrasado.








Pegam a estrada as 6:30h. A primeira parada para o café da manhã foi realizada em um Posto da Rod. Castelo Branco, aproveitam para “matar a saudade” de bons postos, com infra-estrutura de primeira. 

Curiosidade: A Paty foi enganada até o fim sobre a real quantidade de km que ligam São Paulo a Foz, momentos engraçados da viagem quando ela perguntava se faltava muito e não tinham sequer chegado na metade do caminho a ser percorrido, mas acredito que ela não se zangou.







Belas paisagens e inúmeras paradas para alongar, descansar e fotografar.


Neste trecho passaram por vários km de plantação de soja e de milho, que se perdiam de vista, base da economia destes municípios.
  
Ao longe se via uma casinha ou outra, um pasto ou outro, mas soja e milho eram incansáveis.
  














As estradas em perfeitas condições, excelente asfalto e sinalização, sem qualquer dificuldade a não ser o preço dos pedágios, que enquanto na Rod. Castelo Branco foram gratuitos, depois, na Viapar e Econorte, caríssimos.



Outro ingrediente importante desta primeira etapa foi o cansaço após passar os 500 km rodados, Maringa - PR. Neste momento perceberam o quanto uma viagem longa cansa, embora ainda animados e confiantes com a chegada a Foz.
  








Encontram um Restaurante e Pousada, totalmente rústico, de uma beleza natural, com vários artigos e móveis de decoração em madeira e uma lojinha de doces caseiros... pena que não cabia nada na bagagem.






Mas a mensagem ao sair do local os acompanhou durante toda a aventura.

Em uma das paradas para uma água e um sorvete, em Cascavel, fizeram seu primeiro contato com outros motociclistas, estavam em dois e faziam parte do Moto Clube Águias de Cristo, iam em direção a um encontro que iria ocorrer por aquelas bandas.


O dia começava a chegar ao fim e ainda faltavam alguns km para o destino final.


Mesmo tentando chegar cedo, ainda viram o Pôr do Sol na estrada, já chegavam as 12 horas rodadas e Foz do Iguaçu parecia distante, pois ainda faltavam 150km e o dia chegava ao fim. Para sorte dos viajantes, estavam indo cada vez mais oeste, o que significa sol até cerca de 20:30h.

Paisagens deslumbrantes fizeram parte de todo o percurso, vegetação, plantações, animais, árvores frutíferas e de flores foram vistas a todo instante.





A cada curva pareciam já ter visto o mais belo, mas o melhor ainda estava sempre por vir....












...e isso foi ficando cada vez mais bonito com o sol se pondo.














Vista da última parada antes de chegar ao hotel, os km finais foram já sob as estrelas, ainda bem que as condições da estrada ajudaram.

Chegaram ao Hotel Três Fronteiras às 22h:15m, exatamente isso, mais de 16 horas viajando...
Realmente é para quem gosta muito de andar de moto, quem quer mesmo se aventurar....... e se cansar!!!!!

O Sandro não agüentou... desmaiou no sofá do corredor, ainda bem que ele pelo menos tomou banho antes...





Jantaram em um Restaurante, indicação de Adelino (gerente do hotel, mas um capítulo a parte nesta história), era Rodízio de Massas, mas não indicam a ninguém.
Com essa animação toda e depois de uma cervejinha ou de um vinhozinho, só dava mesmo para se jogar na cama e... dormir.



Agora um pouco da viagem contada em movimento...




Total de Km Rodados: 1092
Abastecimento: 58 litros
Pedágios: 9 – R$ 32,30
Hospedagem: Hotel Três Fronteiras (www.hotel3fronteiras.com.br) - Valor da diária: 130,00
Simples mas limpo, bom café da manhã e um pessoal simpático, internet paga, excelente localização, com restaurantes próximos e condução fácil.
 Gasto total (com alimentação): R$ 279,00